O HINO DO CAMINHO
Em 1972 um profeta daquela época disse que depois de 2001, daqui, da região central do Brasil, partiria um trem para uma estação chamada Caminho da Vida.
Disse que esse trem que partiria depois de 2001, embora parecido com os outros trens, nele se estaria sem pegar, sem entrar, sem assentar e sem andar.
O que importava era o brilho do trilho que não teria fim.
Disse, também, que depois de 2001 não se chegaria mais num Cristo concreto, feito de qualquer coisa, pois o Cristo estaria sendo visto é subindo ao céu, num véu de nuvem brilhante.
Feliz aniversário de todos nós. Cinco anos desse trilho e desse brilho.
Beijo a todos.
Fonseca
Expresso 2222
Gilberto Gil
Composição: Gilberto Gil
Começou a circular o Expresso 2222
Que parte direto de Bonsucesso pra depois
Começou a circular o Expresso 2222
Da Central do Brasil
Que parte direto de Bonsucesso
Pra depois do ano 2000
Dizem que tem muita gente de agora
Se adiantando, partindo pra lá
Pra 2001 e 2 e tempo afora
Até onde essa estrada do tempo vai dar
Do tempo vai dar
Do tempo vai dar, menina, do tempo vai
Segundo quem já andou no Expresso
Lá pelo ano 2000 fica a tal
Estação final do percurso-vida
Na terra-mãe concebida
De vento, de fogo, de água e sal
De água e sal, de água e sal
Ô, menina, de água e sal
Dizem que parece o bonde do morro
Do Corcovado daqui
Só que não se pega e entra e senta e anda
O trilho é feito um brilho que não tem fim
Oi, que não tem fim
Que não tem fim
Ô, menina, que não tem fim
Nunca se chega no Cristo concreto
De matéria ou qualquer coisa real
Depois de 2001 e 2 e tempo afora
O Cristo é como quem foi visto subindo ao céu
Subindo ao céu
Num véu de nuvem brilhante subindo ao céu
segunda-feira, 27 de julho de 2009
domingo, 28 de junho de 2009
E QUANDO DEUS FAZ SILÊNCIO?

Deus faz silêncio...
Nada acontece...
As coisas apenas seguem o curso da mecânica universal.
Deus faz silencio...
Os homens gritam, a igreja vocifera, os políticos denunciam, a mídia pauta ou constrói histórias, os teólogos deprimem-se, os filósofos sentem saudades de Sócrates e Platão, os pastores prometem bênçãos que as estatísticas cumprirão, os profetas tem seu preço, os piedosos gemem, os jovens sentem o engano, os idosos oram pelo que vão deixar com angustias piores do que aquelas que um dia conheceram, e a brisa é feita de vento oriental—aquela que faz o profeta que não se vendeu desejar a morte.
Deus faz silêncio...
Nascem as literaturas apocalípticas, as pseudo-epígrafes, os apócrifos, os messias se candidatam... a apóstolos, bispos e videntes.
Deus faz silêncio... Não se impressiona!
O alarido da igreja é proporcional ao silêncio de Deus.
A igreja tenta substituir Deus, falar em Seu nome, romper o silêncio divino como se o Nome de Deus equivalesse à Sua Voz.
Deus faz silencio...
Ele fala?
Falará!
Quem desejará ouvir?
Deus faz silencio...
Estará em silêncio até que você ouça!
Caio
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Qual é a Palavra, se não, "ame"?

Qual é a Palavra, se não, "ame"?
Falamos da PALAVRA tão abreviadamente que acabamos por não saber o que ela realmente diz. A palavra diz: AME! ( até seu inimigo). O problema é que confundimos a palavra com os nossos costumes e com nossas interpretações. O que acontece logo em seguida é que transformamos a PALAVRA em muito blá, blá, blá.
Estamos tão ávidos de sermos ouvidos, tão desesperadamente interessados nos reconhecimentos e tão engajados em provar para os outros que estamos certos que substituímos a mensagem limpa e simples do amor pela mensagem suja e pesada das denominações.
Deus nos chama a anunciar e viver o evangelho de Cristo. "IDE E PREGAI O EVANGELHO". Mas o que temos em nós é uma pulsão por determinar aos outros como devem andar e o que devem fazer.
Quando falamos que temos que tomar cuidado acredito que sua preocupação é verdadeira. O que temos que ter atenção é que se o amor, o louvor, a vida justa, o perdão, não surgir primeiro na vida: na rua, no trabalho, no mercado, em casa não valerá de nada tantas palavras e tantas músicas na igreja.
Mano, estamos tão preocupados com a sabedoria que pegamos o que é realmente sábio e chamamos de perigoso.
Só pra esquentar um pouco o papo:
Jeremias 31:31-34. "Eis que vêm dias, diz Senhor, nos quais farei um novo pacto com a casa do Israel e com a casa de Judá... Este é o pacto que farei com a casa do Israel depois daqueles dias, diz Senhor: Porei a minha lei em sua mente, e a escreverei em seu coração; e eu serei para eles por Deus, e eles me serão por povo. E não ensinará mais ninguém a seu próximo, nem ninguém a seu irmão, dizendo: Conhecei ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até o maior, diz Senhor…".
Veja o cumprimento em Hebreus 8:
Porque, repreendendo-os, lhes diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, Em que com a casa de Israel e com a casa de Judá estabelecerei uma nova aliança,
Não segundo a aliança que fiz com seus pais No dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; Como não permaneceram naquela minha aliança, Eu para eles não atentei, diz o Senhor.
Porque esta é a aliança que depois daqueles dias Farei com a casa de Israel, diz o Senhor; Porei as minhas leis no seu entendimento, E em seu coração as escreverei; E eu lhes serei por Deus, E eles me serão por povo;
E não ensinará cada um a seu próximo, Nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece o Senhor; Porque todos me conhecerão, Desde o menor deles até ao maior.
Porque serei misericordioso para com suas iniqüidades, E de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais.
Dizendo Nova aliança, envelheceu a primeira. Ora, o que foi tornado velho, e se envelhece, perto está de acabar.
Na nova aliança somos enviados a amar e não legislar sobre ninguém. "Examine-se pois o homem a sí mesmo" diz o Senhor.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
terça-feira, 10 de março de 2009
A Figueira...

O espírito do Evangelho ensina que Jesus ama a verdade de cada estação da vida humana. É por isto que Ele amaldiçoou a figueira que de modo anômalo tentava dar aparência de fruto três meses antes da estação própria.
Todas as demais figueiras estavam peladas. E a figueira é uma árvore que primeiro apresenta os frutos, e só depois a folhagem.
A oferta de folhagem era a promessa da certeza de haver fruto. Mas não havia; era só camuflagem.
Nenhuma figueira nua foi amaldiçoada no monte das Oliveiras, mas apenas aquela. E a razão é simples: aquela figueira carrega o valor simbólico de algo primordial: a tentativa humana de se cobrir com folhas de figueiras ao invés de se deixar cobrir pelo próprio Deus, e, assim, viver em verdade.
De fato, as folhagens da figueira expressavam a realidade espiritual de Israel, cheio de religião, Templo, porém sem fruto digno de arrependimento.
A lição da figueira é forte. Sim, porque está dito que Deus respeita todas as estações da vida, posto que mesmo quando aparentemente não há fruto, é porque o fruto está em gestação; portanto, sempre há fruto.
Mas quando se tenta dar aparência de frutuosidade, não havendo verdade —pois o fruto do ser é verdade—, a própria tentativa de produzir o que não é verdade já é, em-si, a maldição. Esse ser seca.
A verdade é verdade quando é estação de fruto e quando não é estação de fruto. Posto que a verdade é o que é. E Deus ama a todo aquele que não teme ser verdadeiro para com Ele.
NEle, que ama o que é, e não tem prazer em quem não somos,
Caio
domingo, 8 de março de 2009
Como pôde sobreviver???

Este e-mail eu recebi do Caio e faço questão de posta-lo aqui e gostaría muito que fizessem o que ele pede no final.
Paz a todos,
Luciano Carvalho.
"Responda uma coisa:
Você que teve sua infância durante os anos 60, 70, 80...
Como pôde sobreviver???
1 - Os carros não tinham cintos de segurança, apoios de cabeça, nem air-bag!!
Afinal de contas...
2 – Íamos soltos no banco de trás fazendo aquela farra!
E isso não era perigoso!
3 - As camas de grades e os brinquedos eram multicores e no mínimo pintados com umas tintas “duvidosas“ contendo chumbo ou outro veneno qualquer.
4 - Não havia travas de segurança nas portas dos carros, chaves nos armários de medicamentos,detergentes ou químicos domésticos.
5 – A gente andava de bicicleta para lá e pra cá, sem capacete, joelheiras, caneleiras e cotuveleiras...
6 - Bebíamos água da torneira, de uma mangueira, ou de uma fonte e não águas minerais em garrafas ditas... ¨esterilizadas¨...
7.- Construíamos aqueles famosos carrinhos de rolimã e aqueles que tinham a sorte de morar perto de uma ladeira asfaltada, podiam tentar bater records de velocidade e até verificar no meio do caminho que tinham „economizado“ a sola dos sapatos, que eram usados como freios...E estavam descalços...
Alguns acidentes depois...Todos esses problemas estavam resolvidos!
8 - Íamos brincar na rua,com uma única condição: voltar para casa ao anoitecer!
Não havia celulares...
E nossos pais não sabiam onde estávamos!
Incrível!!
9 - Tínhamos aulas só de manhã,
e íamos almoçar em casa.
10 - Gessos, dentes partidos, joelhos ralados...
Alguém se queixava disso?
Todos tinham razão, menos nós ...
11 - Comíamos doces à vontade.Pão com manteiga, bebidas com o(perigoso) açúcar.
Não se falava de obesidade - brincávamos sempre na rua e éramos super ativos ...
12 - Dividíamos com nossos amigos uma Tubaína comprada naquela vendinha da esquina, gole a gole e nunca ninguém morreu por isso ....
13 - Nada de Playstations, Nintendo 64,X boxes, jogos de Vídeo ,
Internet por satélite, videocassete,Dolby surround, celular com câmera
Computador Chats na Internet ... Só amigos.
14 - E os nossos cachorros? Lembram?
Nada de ração. Comiam a mesma comida que nós (muitas vezes os restos), e sem problema algum!Banho quente? Xampú? Que nada! No quintal, um segurava o cão e o outro com a mangueira (fria) ia jogando água e esfregando-o com (acreditem se quiserem) sabão (em barra) de lavar roupa! Algum cachorro morreu (ou adoeceu) por causa disso??
15 - A pé ou de bicicleta, íamos à casa dos nossos amigos, mesmo que morassem a kms de nossa casa,entrávamos sem bater e íamos brincar.
16 - É verdade! Lá fora, nesse mundo cinzento e sem segurança! Como era possível? Jogávamos futebol na rua, com a trave sinalizada por duas pedras, e mesmo que não fossemos escalados ... ninguém ficava frustrado e nem era o “FIM DO MUNDO“!
17 – Na escola tinha bons e maus alunos. Uns passavam e outros eram reprovados. Ninguém ia por isso a um psicólogo ou psicoterapeuta. Não havia a „moda“ dos „superdotados“, nem se falava em dislexia, problemas de concentração, hiperatividade. Quem não passava, simplesmente repetia de ano e tentava de novo no ano seguinte!
18 - Tínhamos: Liberdade,Fracassos, Sucessos,Deveres
...e aprendíamos a lidar com cada um deles!
A única verdadeira questão é: como a gente conseguiu sobreviver???
E acima de tudo, como conseguimos desenvolver a nossa personalidade?
Você também é dessa geração?
Se sim, então mande este e-mail aos seus amigos desse tempo,
e também aos seus filhos e sobrinhos,para que eles saibam como era no... Nosso tempo!
* Sem dúvida vão responder que era uma chatice, mas ...
Como éramos felizes!!!"
Autor: Dejan Trifunovic
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Feliz Natal!

“O nascimento de Jesus é usado de várias formas por religiosos, poetas e marketeiros. Todos visando lucros. Sejam financeiros ou não.
Nossa cultura é recheada de cores, bolinhas e firulas e presentes quando o tema é natal. Talvez, você me pergunte: por que razão tratar desse “tema” em Fevereiro mês do carnaval? Justamente por não entender o nascimento de Jesus como um tema apenas, mas como um acontecimento, trágico aos olhos de um pai, marido e cidadão; escandaloso aos “cristãos” e remidor aos escravos da legalidade.
José não se lançou a uma viagem de dias a pé e a cavalo, sofrendo o desconforto e os perigos do tempo e dos homens - aos quais estavam expostos – a passeio. Um edito romano determinou que todos os judeus retornassem cada um as suas cidades e cumprissem o alistamento – que servia para o censo.
Belém era uma pequena cidade que já não comportava tantos viajantes. Não é difícil imaginar a confusão formada em todo o seu território. Não existia naquela época o aparato que deve ser montado para promover uma movimentação desse porte. Sem hospedagens suficientes, sem médicos e transportes públicos.
A experiência de José foi extremamente difícil. Sem lugar onde hospedar sua mulher grávida, sem um serviço de saúde onde pudesse levá-la, pois as dores já a incomodavam na viagem, o tempo e os sintomas indicavam que o parto era iminente.
Lembre-se, se já passou por essa situação, do dia em que um amigo ou parente seu precisou urgentemente de um socorro e na porta do hospital a notícia que te chega é a de que não há vagas; ou mesmo, assista aos jornais e observe a dor de parentes e pacientes enquanto aguardam o atendimento em corredores, nas portarias dos hospitais ou, para os privilegiados pelo momento, circulam pela cidade em uma ambulância na busca por especialistas; no caso de Jesus uma parteira.
Não bastasse tamanha dificuldade, a jornada de José e Maria depara-se com a insensibilidade a que todo o homem, num grau mais alto ou mais baixo, possui. O pai, o marido, o homem foi, responsavelmente, em busca de vagas. Mas deparou-se com o egoísmo e com a presunção humana de achar que o que se tem é seu. Deparou-se com a verdade que brota do coração humano onde o centro é o próprio umbigo, que julga todas as justiças a partir de si mesmo. Então, o que consegui, diz ele, é mais justo que seja meu e quem chegou depois que fique com os currais, com os morros e nas periferias.
Isso é ser realista quanto a história do nascimento de Jesus. Pra nós, hoje, é fácil usar o evento profeticamente, religiosamente, teologicamente, poeticamente até comercialmente, mas só quem experimenta a dor da rejeição, do egoísmo, do medo de perder quem se ama devido a falta de amor dos outros sabe que não há espaço nenhum para floreios intelectualizados.
Dessa forma me sinto totalmente a vontade de falar de natal por não entender como um tema sazonal. Não pretendo usar Jesus nesse atoleiro humano que todo ano repete a mesma covardia com a dor do outro. E como disse, visando, de uma forma ou de outra, o lucro.
Onde estão os bem feitores de Dezembro que saem pela noite distribuindo comida, presentes, e roupas para os necessitados? Onde estão os bonzinhos que distribuem cartões de amor e paz? Onde estão os que abusam da dor humana apenas para dizer “fiz o bem”?
O ano inteiro os Josés e Marias andam de porta em porta, de hospital em hospital, de vila em vila em busca de socorro e nenhuma dessas almas-caridosas de Dezembro aparecem.
Eu falo de natal em Fevereiro porque já tem muita gente falando em Dezembro – só em Dezembro.
Os cristãos só são cristãos em Dezembro. Os empresários só são cristãos em Dezembro. A igreja, com sua tara teológica por Tamuz, o medo idólatra da árvore de natal e da falácia de adorar a “cristo”, somente a “cristo”, gastam os recursos que tem com peças teatrais, corais, trancadas nos seus ritos e templos tornando-se menos cristãs que os cristãos de Dezembro.
O natal hipócrita estende-se por várias direções. Muitos caroneiros do pensamento alheio (aqueles que repetem o que não entendem para parecerem entendidos) usam de verdades eternas, mas mesmo assim, caem em sua própria hipocrisia.
As mensagens anunciadas no nascimento de Jesus podem ser vistas de formas diferentes: A contradição da revelação a pastores no deserto, e não aos sacerdotes; o milagre da graça sobre uma jovem e todo um povo; o salvador que nasce no desprezo e vive nele – aqui falo do desprezo dos da hospedaria e todos os que não acreditaram na história de que Maria foi engravidada pelo Espírito Santo; o Deus que se faz homem e habita entre nós experimentando todas as dificuldades e tratamentos que homens despendem a homens; o Deus que é Deus em qualquer lugar, que recebe a todos e cujas portas nunca se fecham recebendo até bichos.
Essas verdades - “o Deus que é Deus em qualquer lugar; que recebe a todos e cujas portas nunca se fecham recebendo até bichos” - tornam-se hipocrisias quando ditas por pessoas que mesmo sabendo que o estábulo é a estalagem sem portas não aceitam encontrá-lo lá dentro. Até entendem que Jesus recebe até bichos, mas não aceitam compartilhar Jesus com os mesmos. É a hipocrisia safada! É a verdade discriminante do indivíduo que usa das verdades do evangelho para se safar de ter que estar no meio dos “marginais”, pobres, negros e leprosos – o que não são. Somos todos imagem e semelhança do Deus que não faz acepção de pessoa, alvos do amor imensurável daquele que é senhor de vivos e mortos em cujo mundo foi reconciliado nEle.
Cristo nos recebe em qualquer lugar. Os homens é que, com certeza, não aceitam estar com ele onde ele pode estar. Seguimos a Jesus apenas por caminhos que nos convém.
Como Jesus vai a todos os lugares, visto que nada o encerra, a maioria espera o dia em que entra na hospedaria e, ali, também, seja encontrado – no entanto que não venha retirá-los Dalí.
Falo do Natal em fevereiro porque proponho a todos os cristãos de dezembro que também o sejam o ano todo. Que apareçam, mesmo sem cartões, mas com a mensagem verdadeira transbordante no coração; Que assim como o menino que com seu nascimento libertou o sorriso preso no coração do pai e da mãe e que, enquanto o contemplavam, o local perdia sentido e a dor não era maior do que bem que DEle fluía, possamos libertar a paz no coração de todos quanto somos enviados.
Libertar do medo, da condenação, da escravidão da alma – seja qual for. Ter fome e sede de justiça; Ser o canal de paz e não de guerras, ainda que interiores; Assumir a igualdade e nunca a soberba – que nasce no coração corrupto do homem.
Assim desejo a todos, um feliz Natal!
Luciano Carvalho
27/02/2009
Assinar:
Postagens (Atom)
